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Há uma dor silenciosa que poucas pessoas têm coragem de confessar.
É aquela sensação de estar sempre sozinha, mesmo quando há alguém por perto.
De viver amores que começam intensos, promissores, cheios de sinais… mas que de repente se esvaziam, se perdem, se afastam sem explicação.
Você sente que dá o seu melhor, que tem amor para oferecer, mas nada se firma.
Os vínculos escorrem pelos dedos como se algo invisível estivesse sempre desfazendo o que você tenta construir.
Quando esse padrão se repete, é hora de olhar além do que é visível.
Porque nem sempre é o destino que impede o amor. Às vezes, é a
energia.
O campo espiritual fala o tempo todo, e muitas vezes o que chamamos de “azar no amor” é apenas um reflexo de bloqueios vibracionais, interferências externas ou laços cármicos que ainda precisam ser compreendidos e curados.
Existem pessoas que carregam em seu campo memórias de amores antigos de outras vidas, de linhagens familiares, de experiências dolorosas que não foram encerradas.
São vínculos que permanecem energeticamente ativos, mesmo quando já não fazem mais parte do presente.
Essas conexões drenam energia e criam uma frequência que repele o novo, mantendo a alma em ciclos de solidão ou de relacionamentos que nunca se estabilizam.
A alma sabe amar, mas a energia precisa estar pronta para sustentar o amor.
E sustentar amor é mais do que sentir: é vibrar segurança, merecimento, confiança.
Quando há medos antigos, traumas, culpas ou promessas inconscientes (“nunca mais vou sofrer assim”, “não confio em ninguém”, “ninguém me ama de verdade”), a energia do amor não se fixa.
Ela até chega porque o amor sempre tenta mas não encontra terreno fértil para florescer.
A solidão, então, deixa de ser apenas ausência de companhia e passa a ser
um pedido da alma por cura.
Ela te chama para olhar os pontos onde o amor não consegue permanecer.
Não é que você não mereça ser amada. É que, talvez, exista algo vibrando dentro de você que ainda não aprendeu a receber amor sem medo de perdê-lo.
E o universo, amoroso como é, só envia o que a sua energia pode sustentar no momento.
Algumas vezes, a dificuldade em firmar o amor também vem de
influências externas.
Energias densas, inveja, pensamentos negativos ou até interferências espirituais podem criar desequilíbrios no campo vibracional do casal.
Isso se manifesta em afastamentos repentinos, desentendimentos sem motivo, ou sensações de bloqueio e peso quando tudo parecia estar indo bem.
Nesses casos, é essencial proteger e limpar o campo energético com orações, banhos de ervas, velas de intenção ou rituais de luz que restabeleçam a harmonia e afastem o que não pertence ao vínculo.
Mas o verdadeiro ponto de virada está em
reconhecer o próprio valor energético.
O amor se firma quando você se firma.
Quando você decide ser presença, e não carência.
Quando entende que não é preciso correr atrás do que já está destinado, mas apenas alinhar sua energia com o que deseja receber.
A mulher que aprende a sustentar a própria vibração atrai o amor que sabe ficar.
Porque ela deixa de buscar completude no outro e passa a vibrar em completude dentro de si.
A solidão é o espaço entre o que você foi e o que está se tornando.
Ela prepara o terreno para que o próximo amor chegue sem repetir os antigos padrões.
Não tema esse tempo. Use-o para se fortalecer, se limpar e se reencontrar.
Porque quando a sua energia se reorganiza, o amor não apenas chega ele permanece.
🌙 Assessoria Espiritual e Desenvolvimento de Vida com Michele Correia Sensitiva
Michele Correia é sensitiva, terapeuta e orientadora espiritual especializada em desenvolvimento pessoal, relacionamentos e propósito de vida.
Por meio de sua assessoria energética, ela auxilia pessoas a compreenderem os bloqueios que impedem o amor, a prosperidade e o equilíbrio emocional de se manifestarem plenamente.
Com percepção espiritual e direcionamento vibracional, Michele conduz um processo profundo de cura e autoconhecimento, ajudando cada alma a reencontrar seu caminho, firmar o amor e alinhar-se com a própria missão de vida.









